Local nosso, para discutir e reflectir sobre os nossos assuntos e os nossos rumos a médio e longo prazo.

sexta-feira, maio 12, 2006

Zyryab na Antena 2?

Hoje, sexta feira 12 de maio, ia o Daniel no seu carrito para Lisboa quando ouve anunciar na antena 2 o programa do Luis Tinoco. Abriu o ouvido, curioso para ver como soaria a sua voz na radio. Bastante bem, pensou o Daniel enquanto ele ia anunciando a programação. Aí rezide o meu espanto. A programação era nada mais nada menos que obras das peças frescas. E pensei eu: " Não me digas que finalmente vamos passar na antena 2..." De seguida Tinoco anuncia que vai passar 3 obras de 3 compositores da ESML. Dos dois primeiros já esqueci o nome mas o terceiro era nada menos que Kami! A merda é que não sei se a peça do Kami que passou era a nossa porque tinha um compromisso e já estava atrasado. Fiquei sem saber se era ou não. Por favor colegas, liguem ao Kami ou emailem o Tinoco para averiguar este facto. Eu não o posso fazer porque não tenho nenhum destes contactos e no site da antena 2 não vem especificada a programação dentro do programa do Tinoco, só vem mesmo a anunciar o programa. Então fixem para poder perguntar:
sexta feira 12 de maio de 2006 às 10h02 da matina.
Casacos

segunda-feira, maio 01, 2006

Ensaio a combinar

Eu tenho de certeza um pouco mais disponibilidade que los piagetas visto que estamos em semana de orquestra na "superior". Posso 4ª até às 17h. 5ª o dia todo e 6ª de manhã. Depois no fim de semana logo se vê. Abraços e bloguem

quinta-feira, março 02, 2006

O primeiro esboço do texto para o site

O quarteto de guitarras Zyryab é um projecto já com alguns anos, mas sempre novo. Tem vindo a acompanhar as várias etapas académicas dos seus elementos, desde o conservatório, passando pelo curso superior de guitarra. Caracteriza-se esta fase que atravessámos ainda pela procura e exploração de vários tipos de repertório, ora mais erudito, ora de raízes mais populares; Ora de peças encomendadas a compositores nacionais e não só, ora de transcrições por nós feitas. Temos actuado com alguma intermitência (porque a vida académica e o facto de todos dar-mos aulas consome alguma da disponibilidade que gostaríamos que sobrasse para o nosso grupo) mas acreditamos que tudo isso presentemente está a mudar. Neste novo ciclo a que nos acercamos, estamos a fazer uma reavaliação de tudo o que fizemos até agora e queremos fazer daqui em diante:
- Estamos a lançar o nosso site;
-Estamos a gravar uma maquete;
-E quem sabe para breve a lançar o nosso disco.
Por isto e muito mais, o nosso projecto é novo, vivo e cheio de esperança de que vai trazer algo mais ao nosso panorama musical.
Sejam todos bem-vindos.


Que tal?
Opinem à vontade.
Peguem nele e transformem-no e voltem a colocá-lo para discussão.
Isto é apenas um esboço, uma sugestão. Estará muito grande?
Muito pequeno?
Muito gay?
Enfim, perdoem a demora...
Abraços Zyryabescos

quarta-feira, maio 18, 2005

Como o meu comentário ao post do Zac se estava a tornar demasiado longo resolvi torna-lo um post porque acho que isto merece ser uma discução só por si.
Quanto ao mail... Claro que tem que haver comunicação mas não é só esta a minha questão em relação à paça dele. Sei que já falei contigo sobre isto mas volto a dizer para os outros que não ouviram a conversa: Acho que as peças dele não resultam isoladamente, a não ser que se toque a suite toda, muito porque ele próprio se propôs a tal e escreveu uma peça como o lamento que só por si é um pouco "inóqua" mas se estiver, como ele projectou, entre andamentos e peças mais movidas, ganha sentido como secção de repouso. Concordo com ele e acho que neste sentido, mas apenas neste sentido, a peça pode resultar muito bem.

Agora quanto à valsa.
Há 3 ou 4 dificuldades simultaneas nesta peça que fazem com que se torne "perigosa":
1-As secções dos harmónicos são muito difíceis de memorizar e impossíveis de tocar sem ser de cor;
2-Mesmo de cor são muito difíceis de tocar bem e requerem que se esteja sempre com o treino destas secções em dia;
3-Depois disto ainda temos que juntar a minha guitarra à do Roldão em contratempos de tercinas rápidas e manter a regularidade;
4- Por fim, juntar isto às outras duas guitarras (muitos ensaios nos esperam, caros amigos, mesmo que eu e o Roldão tenhamos sempre os pontos 1, 2 e 3 na perfeição).
Acho que é muito trabalho para o efeito. Imaginem depois como será para manter a peça e conjugar isto tudo com ensaios de outras peças, vida de cada um, etc.
Acho que não é má vontade minha, é mais conhecimento e alguma experiência do que tem vindo a ser o nosso trajecto.
Faço então uma sugestão:
Levem a peça ao Dejan para ver o que ele vos diz em relação a isto que eu levo-a ao António e depois logo se decidirá confrontando as opiniões deles com aquilo que cada um de nós acha. Não quero abrir mão das peças nem quero ser injusto para com o Rodrigo que tão simpático foi em nos escrever música dedicada.
Abraços

terça-feira, fevereiro 22, 2005

Vamos pelo menos tentar

Já sei isto há uma semana e ainda não vos disse nada por distração, desculpem!
O programador encarregue pela música erudita em FARO 2005 capital portuguesa da cultura é o Luis Madureira- O professor de canto da Alda na ESML. Acho que deviamos arranjar forma de contactar com ele. A Alda já me disse que ele é muito acessível. Proponho que o relações públicas Aveiro entre em cena :-P
Claro que se a democracia assim o decidir também posso ser eu a ir falar com ele mas para já deixo o meu voto faxizoide no Aveiro! Abraços

quinta-feira, fevereiro 17, 2005

Vamos por isto a andar!!!!

Gostaria de contar com a vossa colaboração para avaliar de melhor forma este fenómeno chamado Concerto a que estamos ligados de forma tão visceral, sendo que a nossa subsistencia feliz ou infelizmente não está a ele ligada ( e quem nos dera que um dia isso fosse possível).
Temos chegado a algumas conclusões que me parecem interessantes, sendo agora a altura de organizarmos as ideias por forma de chegar a um ou dois modelos de concerto que nos interessem:
- Um grupo de música de câmara como o nosso tem várias características que me parecem por um lado libertadoras, como a facilidade de oscilar entre repertórios variados de época e estilo mais ou menos erudito, por outro lado desorientadoras, porque não somos nem nunca poderemos ser um grupo de música antiga, de música popular também não, de música comtemporanea também me perece demasiado limitador... O que somos afinal? Qual o nosso campo de acção previligiado? Qual o nosso público previligiado? Existe sempre uma música que um grupo é vocacionado para fazer e depois outro tipo de música que também "pode" fazer mas não é bem a sua. Qual é a nossa música? Será o nosso campo o da música que também pode fazer sem que exista a referência própria que confere carácter base ao grupo e aos seus concertos?

Qual será o caminho a nível de organização de repertório: A coerência das obras dedicadas, o equilibrio de um concerto variado e menos denso, o brilho de algum virtuosismo?

- Qual é o nosso caminho como músicos?
Tem-nos sido dito que o nosso funcionamento de ensaios regular nos trás o tocar junto e que isso é positivo e estamos a evoluir de certa forma, mas e o resto?
O que é para voces o resto?

- Será que alguma vêz nos vai ser possível dar o salto em que marcamos um concerto com promoção e bilhetes para o concerto sem estarmos resignados ao subsídio da entidade contratadora e à entrada livre para o público?

- Quais são os nossos principais aliciantes para quem nos vem ouvir?

- Qual será a solução para mantermos a forma, de modo a que não aconteça o que aconteceu dia 14, em que sentimos nitidamente falta de palco? Vamos manter este repertório?

- Quando e como gravaremos um disco?

Esta é a ideia base deste blog. Podem responder (ou não) às questões através do espaço para os comentários neste post ou criar um post novo. Um grande abraço!!