Indumentária/Atitude
Caros amigos
Depois do que aconteceu na nossa apresentação no Piaget resolvi fazer um post sobre a nossa atitude face a um concerto de “rodagem” focando a questão da indumentária. A apresentação foi, quanto a mim , bastante positiva mas o facto é que a encarámos com um certo menosprezo. Isso reflectiu-se na questão da roupa. Só se levou a camisa porque era um concerto “informal”. Então, vamos adoptar dois pesos e duas medidas? Não concordo. Acho que devemos ser igualmente profissionais mediante quaisquer circunstâncias. Assim acho que devemos estipular a forma como nos apresentamos. Eu sugiro a camisa do quarteto, calças pretas de fazenda/ganga e sapatos pretos mediante, como disse atrás, quaisquer circunstâncias. É IMPORTÂNTE QUE TODOS OS ELEMENTOS DO QUARTETO EXPRIMAM A SUA OPINIAM (no blog) PARA ASSIM SE EVITAR DISCUSSÔES DESAGRADÁVEIS.
Abraços

6 Comments:
A minha opinião acho que já
é conhecida. Defendo UMA atitude quando estamos a tocar, seja para o Papa ou para duas pessoas. Pode parecer piroso mas acho que só podemos ter o respeito do público se o respeitarmos primeiro. E aqui entra a questão da roupa; se há uma atitude de palco, também deve haver uma indumentária apenas, sem excepções. Isto faz parte do que eu acho que é SER PROFISSIONAL...
11:50 da manhã
Não sei o que tem de piroso pensar assim. É como muitas coisas na vida. Deixas de ter amigos se não retribuires amizade. DEixas de ter respeito pelo publico se não o respeitares. Tão simples quanto 2+2=5
3:14 da tarde
Acho que a questão não é de respeito pelo público mas sim de formalidade maior ou menor, mas tenho que concordar com o que dizem e assumir a minha parte de culpa em relação ao assunto. Acho que há situações em que poderá haver menos formalidade, mas isso sempre ser discutido e por via das dúvidas devemos sempre levar a roupa "oficial". O que aconteceu foi que nem todos vimos o recital do Piaget da mesma maneira, sem que isso afectasse o respeito que cada um tem pelo público. Roldão: Não percebes nada pah! 2+1 é que são 5!!!:-p
Não nos deixemos perder nunca em mal entendidos. Eu prometo cumprir em levar sempre o mesmo sutien combinado para os concertos!
Grande abraço a todos!!!
2:28 da manhã
Ok.
Estamos esclarecidos. Mas continuo a achar que a roupa usada revela um maior ou menor brio por aquilo que fazemos e é um acréscimo a algo que queremos transmitir ao público. Penso que o público, ao notar um desleixo não-deliberado por parte dos intérpretes, sente-se desrespeitado. Todos os professores que tenho tido ao longo do meu tempo de estudo falam sempre nisso e é talvez por isso que penso assim. Mas penso que estamos arrumados em relação a esse assunto.
Abraços
1:42 da tarde
Gostava de nao colocar esta questão como "repeito pelo público", porque realmente acho que são assuntos totalmente distintos. Uma coisa é a maior ou menor informalidade com que nos apresentamos, o tipo de indumentária que adoptamos, etc., outra coisa totalmente distinta é o respeito pelo público. Eu posso ir actuar de fraque de desrespeitar muito o público... A única questão que acho fundamental é termos uma postura de grupo, desejada e adoptada por todos. A única coisa que falhou no Piaget não foi tanto a questão de ser ou não ser informal, mas sim a questão de tal não ter sido debatido, e aí reconheço a minha falha. A maneira como nos apresentamos em público pode e deve ser diferente, consoante certas condições externas. Não tem de ser sempre o mais formal possível. Acho que este assunto pode ser mais debatido entre nós.
5:58 da tarde
Acho que o nosso "formal" não é assim tão formal e ainda bem,logo penso que não há margem para se estabelecer uma fronteira entre formalismo e informalismo mas sim entre profissionalismo e desleixismo. Mas defendo que o Quarteto Zyryab deva ter sempre uma atitude igual face às mais diversas circunstâncias.
8:00 da tarde
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